Objetivos do Clube Bilderberg

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net  Carlos I. S. Azambuja 07/09/2016 Copyleft

Mais um texto, resumido, publicado no livro “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”, de autoria de Daniel Stulin, publicado no Brasil em 2005 pela editora Planeta. Daniel Stulin é jornalista, especialista em Comunicação. Investiga as atividades secretas do Clube Bilbergerg há 13 anos. É ganhador de três prêmios de pesquisa nos EUA e Canadá.
Alguns depoimentos do autor:

– ‘O Clube Bilderberg quer uma era de pós-nacionalismo, na qual já não haverá países, somente regiões e valores universais, uma economia universal, um governo universal – designado; não eleito – e uma religião universal” (jornal Época, Madri);

– “Já tentaram me matar por investigar o Clube Bilderberg” (La Gaceta de los Negocios);

– Bilberberg pretende destruir todas as religiões. Não apenas a católica, mas a islâmica, a judia, todas…” (La Gaceta de los Negocios);

– “Não acredite em mim, investigue! Tenho pilhas de documentos que atestam tudo o que digo” (La Vanguardia)
O Clube Bilderberg está em busca de uma era de pós-nacionalismo: um momento em que já não haverá países, só regiões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal (designado, não eleito) e uma religião universal. Para assegurar-se esses objetivos, os membros do Clube Bilderberg defendem um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Isso reduz as possibilidades de que toda a população se inteire do plano global dos donos mundiais e organize uma resistência organizada. Seu objetivo final e o controle de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra. Agem como se fossem Deus na Terra. Entre seus planos pretendem estabelecer:
– Um único governo planetário com um único mercado globalizado, com um único Exército e uma única moeda regulada por um Banco Mundial.
– Uma Igreja universal que canalizará as pessoas para os desejos da Nova Ordem Mundial. As outras religiões serão todas destruídas.
– Alguns serviços internacionais que completarão a destruição de qualquer identidade nacional por meio da subversão a partir de dentro. Só será permitido que floresçam os valores universais.
– O controle de toda a humanidade através de meios de manipulação mental. Esse plano está descrito no livro Technotronic Era (Era Tecnotrônica), de Zbigniew Brzezinski, membro do Clube.  Na Nova Ordem Mundial não haverá classe média. Só servidores e governantes.
– Uma sociedade pós-industrial de “crescimento zero”, eu acabará com a industrialização e a produção de energia elétrica nuclear (exceção para as indústrias de computadores e serviços). As indústrias canadenses e americanas que permanecerem serão exportadas para países pobres, como Bolívia, Equador, Peru, Nicarágua, etc., em que existe mão-de-obra barata. Tornar-se-á realidade, então, um dos principais objetivos do NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte).
– o crescimento zero é necessário para destruir os vestígios de prosperidade e dividir a sociedade em proprietários e escravos. Quando há prosperidade, há progresso, o qual torna muito mais difícil a repressão.
– Cabe incluir a redução populacional das grandes cidades, segundo a experiência realizada no Cambodja por Pol Pot. Os planos genocidas de Pol Pot foram projetados nos EUA por uma das instituições irmãs do Bilderberg, o Clube de Roma.
– A morte de 4 bilhões de pessoas, aquelas que Henry Kissinger e David Rockefeller chamam caçoando de “estômagos inservíveis”, por meio das guerras, das fomes e das enfermidades. Isso sucederá até o ano 2050. “Dos dois bilhões de habitantes remanescentes, 500 milhões serão chineses e japoneses, que se salvarão graças à sua capacidade característica de obedecer à autoridade”, é o que afirma John Coleman em seu livro Conspirator’s Hyerarchy: The Story of the Committee of 300. O dr Coleman é um funcionário da Inteligência aposentado  que descobriu um Relatório do Comitê dos 300 recomendando a Cyrus Vance “como realizar o genocídio”. Segundo a pesquisa de Coleman, o relatório foi intituladoGlobal 2000 Report, aprovado pelo presidente Carter em nome do governo americano e referendado por Edwin Muskie, Secretário de Estado. Segundo esse relatório, a população dos EUA estará reduzida a 100 milhões até o ano 2050.
– Crises artificiais para manter as pessoas num perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão a população para evitar que decidam o seu próprio destino, até o extremo que as pessoas “terão demasiadas possibilidades de escolha, o que dará lugar a uma grande apatia em escala geral”.
– Um controle férreo sobre a educação com o objetivo de destruí-la. Uma das razões da existência da União Européia (e da futura União Americana e Asiática) é o controle da educação para “cordeirizar” as pessoas. Ainda que nos pareça incrível, esses esforços já estão dando “bons frutos”. A juventude de hoje ignora por completo a História, as liberdades individuais e o significado do próprio conceito de liberdade. Para os adeptos da globalização, é muito mais fácil lutar contra oponentes sem princípios (grifado por Azambuja).
– O controle da política internacional e interna dos EUA (já realizado através do Governo Bush), Canadá (controlado pela Inglaterra) e Europa (através da União Européia).
– Uma ONU mais poderosa que se converta finalmente num Governo Mundial. Uma das medidas que conduzirão a isso é a criação do imposto direto sobre o “cidadão mundial”.
– A extensão do NAFTA para todo o hemisfério ocidental, como prelúdio de uma Organização Americana similar à União Européia.
– Uma Corte Internacional da Justiça com um sistema de jurídico único.
– Um Estado de Bem-Estar Socialista onde serão recompensados os escravos obedientes e exterminados os não-conformistas.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

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